Arquiteta alerta sobre escolha e instalação de louças em reformas

Entenda as principais dicas para ter um resultado final de qualidade

Reformar um espaço passa por diversas fases, desde a base do projeto até a tão esperada escolha dos detalhes finais. Isso envolve as louças. Porém, para ter o resultado ideal, é importante saber pontos importantes. Sendo assim, a arquiteta Priscila Tressino, do escritório PB Arquitetura, destaca dicas para este momento.

Em primeiro lugar a infra-estrutura hidraulica deve estar pronta. Vaso sanitário sem caixa acoplada deve ter a válvula de descarga instalada na parede. Caso contrário, escolha a bacia com conjunto. “Existem vários sistemas de economia de água, com fluxos controlados de 3 e 6 litros por acionamento. O design e as cores das peças podem variar bastante. No caso das cubas, a escolha depende principalmente do espaço útil do lavatório. Caso já tenha a bancada, qual a altura dela”, ressalta Priscila.

Ainda, antes de escolher as louças é importante considerar suas diferenças: cubas de apoio, embutir, sobrepor, semi encaixe ou esculpidas? Bacia suspensa, com válvula de parede ou com caixa acoplada? Isto sem falar nos tipos de acabamento e opções de cores. Qualquer um ficaria perdido sobre qual escolher.

“Primeiro, considere as condições do seu banheiro, com relação a espaço e tipo de instalação. É uma construção nova ou uma reforma? Os revestimentos existentes serão mantidos ou trocados? Qual estilo e paleta de cores escolhida?”, sinaliza a arquiteta.

Depois de escolher a louça, é válido entender o que se encaixa melhor em cada espaço, por exemplo, as cubas de apoio ficam com uma borda para fora da bancada; cubas de sobrepor: totalmente externas, acima da bancada; cubas embutidas: fixadas por baixo da bancada; cubas de semi encaixe: ficam metade para fora e metade embutidas na bancada, tanto na altura quanto na profundidade; esculpida: toda feita de pedra, natural ou sintética, normalmente com válvula oculta (ralo oculto); cuba de piso ou de coluna: como o nome diz, fica apoiada em outra peça de louça no chão.

A profissional explica que “para maior conforto de uso, a altura de topo dos lavatórios deve ser de no máximo 90cm”.

Instalação

 De acordo com a arquiteta, “o vaso sanitário deve ser instalado com os parafusos e anel de vedação, depois rejuntar o encontro com o piso da mesma cor da louça escolhida. As cubas são coladas na bancada com silicone. Normalmente o fornecedor de pedras faz a instalação porque depende da peça para recortar o vão de encaixe e o formato”.

“Ao se arriscarem a escolher sem orientação profissional, o consumidor pode errar na altura da pia, ficando muito alta ou muito baixa, utilizar uma torneira incompatível com a cuba escolhida, não prever conforto para utilização, seja para circulação interna no banheiro, até impedir abertura total da porta. Além de problemas nas instalações hidráulicas. Beleza conta mas não é o mais importante no projeto de um banheiro”, finaliza e alerta Priscila.

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Arquiteta destaca dicas para escolha ideal de metais

Saiba a diferença entre torneira, misturador e monocomando

As últimas fases de um projeto são aquelas em que podemos ver com mais clareza o resultado, entre elas está a escolha dos metais e a arquiteta Priscila Tressino, do PB Arquitetura, dá dicas fundamentais para ter sucesso nas escolhas.

Metais são itens de acabamento, sendo assim, a procura e instalação virá apenas depois que toda a infraestrutura hidráulica, revestimentos e bancadas estiverem prontos.

As torneiras têm opção de ter só água fria ou também água quente. Uma das observações mais importantes é escolher entre torneira, misturador ou monocomando. “A primeira delas serve só para água fria. O misturador tem uma bica e dois acionamentos independentes para quente e frio. Já o monocomando, tem só um acionamento para ambas temperaturas”, explica Priscila.

A altura da bica depende da cuba utilizada no banheiro ou na cozinha. Bica baixa é indicada para cubas embutidas, de apoio, esculpidas e de semi-encaixe. Quando tiver cuba de apoio, instalada sobre a mesa do lavatório, de acordo com a arquiteta, a bica precisa ser mais alta. Para cozinhas, ainda existe a opção de torneiras ou misturadores gourmet, com ducha móvel e flexível. Já no caso de espaços reduzidos, existem torneiras e monocomandos com filtro já embutido na própria peça.

“Na especificação de metais em banheiros, incluímos ainda as duchas. A vazão e pressão da saída de água, formatos redondo ou quadrado, instalação na parede ou no teto, são alguns dos modelos disponíveis no mercado”, acrescenta a profissional.

Além dos tipos de torneiras, existem os acabamentos, que podem ser: cromado, preto, dourado, rose, polido, fosco, etc. Para a instalação serão necessárias algumas ferramentas de encanador, fita veda rosca e silicone. “Na compra dos metais, atentar para os complementos necessários para cada tipo de peça, como mangueira de ligação, porcas de montagem, redutor de pressão, etc. Primeiramente, desligar o registro de água, limpar a área de instalação, passar a fita veda rosca no encaixe de hidráulica, utilizar as ferramentas para apertar as porcas, vedar com silicone, religar o registro e fazer os testes de funcionamento”, ensina Priscila.

Vale ressaltar que o acompanhamento de um profissional é fundamental, ele  saberá exatamente a especificação técnica mais adequada para cada caso. Só a beleza do produto não é critério de escolha, por mais que seja um acabamento.

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Em tempo de quarentena, arquiteta explica
como se atentar em fases importantes do projeto

Especificação e design de mobiliário devem ser orientados por profissionais para melhor acabamento da obra

Mesmo com a quarentena, os projetos de arquitetura e designer de interiores não param. Por conta disso, é importante saber no que consistem algumas etapas, para melhor acompanhar. Pensando nisso, a arquiteta do escritório PB Arquitetura, Priscila Tressino, fala sobre especificação e design de mobiliário.

Ambas citadas consistem em duas etapas derivadas do projeto de layout. Por mobiliário entenda todos os itens de marcenaria, que são móveis planejados de madeira e móveis soltos como sofá, cadeira, mesas, etc. “O que tiver que ser feito sob medida é detalhado com medidas e tipo de acabamento, que seguem para orçamento e futura fabricação. Peças que serão compradas prontas, devem ter especificação de medidas e materiais também”, explica a profissional.

Essa fase é o ponto de partida para o projeto de interiores, por isso é importante se atentar aos detalhes que devem ser tomados. “O cuidado nesta etapa evita prejuízos, principalmente no aproveitamento de espaços”, ressalta Priscila.

É fundamental o auxílio de um profissional neste momento, pois o arquiteto planeja os espaços com ambientação e distribuição das peças de forma a tornar os espaços bem aproveitados, com conforto, funcionalidade e praticidade.

Além disso, o arquiteto sabe indicar qual o tamanho adequado de cada móvel, do espaço necessário para sua utilização e livre circulação entre as peças. “Tudo aquilo que é personalizado, ou seja, feito exclusivamente para um determinado projeto, não pode ser trocado ou devolvido. Este é o perigo de sair comprando apenas por achar bonito. Antes é preciso estudar a viabilidade”, finaliza a arquiteta.

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Arquiteta revela dicas primordiais
sobre escolha da iluminação de um projeto

Ao observar uma reforma ou até mesmo um projeto finalizado, uma das coisas que mais colaboram para a estética e bem-estar do local é a iluminação. Para saber escolher bem e de forma ideal para cada ambiente, a arquiteta Priscila Tressino, do escritório PB Arquitetura, dá conselhos primordiais.

O primeiro passo destacado pela profissional é ter ciência de que o sol é a melhor fonte de iluminação. “Ele oferece reprodução de cor perfeita, é aconchegante e gratuita. Na falta deste, quando os ambientes não forem ensolarados o suficiente, ou a noite, precisamos recorrer ao uso da luz elétrica. A iluminação é capaz de interferir nas diferentes sensações que um ambiente pode transmitir e valorizar detalhes arquitetônicos”, ressalta Priscila.

Analisado este ponto o próximo passo, após elaborar o projeto de iluminação, é preciso considerar qual será o tipo de uso deste ambiente: descanso, trabalho, circulação, entre outros. Outro fator muito importante é verificar a área e o pé direto do local para especificar o tipo de lâmpada correto.

Realizados estes passos também é preciso escolher o tipo de luminária: embutida, de sobrepor, pendente ou lustre, arandela e mais uma infinidade de opções. A categoria de lâmpadas também é bastante extensa, que pode variar entre incandescente, fluorescente, led. Todo este conjunto de dados devem ser estudados para fazer o projeto luminotécnico com mais eficácia.

A profissional revela que “para incrementar ainda mais o efeito sobre o projeto luminotécnico, a automação pode criar cenas para diferentes usos de um mesmo ambiente, que são combinações diferentes para jantar, assistir um filme, ler, por exemplo, pode criar caminhos por onde o usuário pode percorrer e as luzes se acendem gradualmente, dimerizar a intensidade da iluminação para um clima mais aconchegante, enfim. Este tipo de recurso, pode controlar toda a iluminação da casa através do celular com aplicativo em um único toque”.

Tipos de lâmpada

De acordo com a arquiteta, “não existe a melhor lâmpada e sim o tipo mais adequado para cada utilidade”.

Divididas entre incandescentes, fluorescentes e led, cada grupo oferece eficiência e consumo diferentes. Mas primeiro é preciso compreender alguns dados técnicos importantes para entender as principais diferenças entre elas.

“O cálculo luminotécnico visa maior fluxo luminoso (lúmens) com menor potência (watts) que significa melhor iluminação com menor consumo de energia. O fator IRC (índice de reprodução de cor), é um número indicado na embalagem de todas as lâmpadas, quanto melhor ela for, mais próximo de 100, que é o parâmetro de reprodução de cor do sol”, explica Priscila.

Por fim, existe a temperatura de cor, medida em Kelvins (K). “Muitas pessoas confundem a temperatura de cor com o calor que a lâmpada emite. E a relação aqui é justamente oposta. Quanto maior o a temperatura de cor, mais branca ela será, que chamamos de luz fria, e vice-versa. A luz amarela (ou quente) é mais aconchegante e a luz branca é mais estimulante”, ressalta a profissional.

Voltando aos tipos de lâmpadas: Incandescentes – são as mais populares, mais baratas, consomem mais energia, tem melhor reprodução de cor e são menos duráveis.

Fluorescentes – muito conhecidas também, tem opções de cor quente e fria e tem o pior índice de reprodução de cor.

Led – disponíveis em diferentes temperaturas de cor, tem maior economia de energia, maior vida útil, melhor reprodução de cor e mais compactas.

Instalação cuidados e durabilidade

As formas de instalação distinguem os tipos de luminárias:

Embutidas: são fixadas dentro do forro de gesso, parede, piso ou marcenaria. Não se vê a estrutura do equipamento, apenas a luz que emana dele e uma faceta de acabamento.

Sobrepor: estes tipos de luminárias são instaladas sobre a laje, piso, etc. “Elas ficam totalmente expostas, por isso tem melhor acabamento, podendo ser inclusive um recurso decorativo, como é o caso dos plafons, spots e trilhos”, explica Priscila.

Arandelas e balizadores: são peças que podem ser embutidas ou de sobrepor ou pequenos postes, que iluminam corredores e passagens, como escadas e passeios de jardim.

Pendentes e lustres: ficam pendurados no teto, muito variadas para combinar com diversos estilos de decoração.

Abajures de mesa ou luminárias de piso: mais um item decorativo, que dá um charme todo especial e aconchegante aos ambientes.

“Dentre todos os tipos de lâmpadas, o LED é que apresenta maior durabilidade. No entanto, oscilações na rede elétrica podem afetar a vida útil das lâmpadas. Por isso, o projeto de elétrica também deve ser bem dimensionado para atender as cargas”, conta Priscila.

Para o momento de instalação Priscila ressalta que “o projeto luminotécnico deve sempre ser feito por um profissional capacitado. Ele saberá escolher os equipamentos corretos, quantificar e valorizar a arquitetura do local, visando a eficiência, economia de energia e segurança”.

 

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Papel de parede é item de destaque na decoração, saiba o passo a passo para a escolha

Uma boa decoração envolve diversos itens, como luz, cores, móveis, e até mesmo o papel de parede. Este elemento é um grande pedido de clientes atualmente, além de ponto de destaque em ambientes da casa.

Antes mesmo de escolher o modelo do papel de parede, é importante preparar a estrutura para que a durabilidade seja maior, consertando locais com umidade e infiltração. A parede deve estar limpa, lisa e seca.

Depois disso, deve-se ter as medidas de altura e largura para calcular a quantidade de rolos necessária. Então utiliza-se a cola própria para instalação, de acordo com o tipo de papel.

Existem diversos tipos de papel de parede, como o tradicional composto de celulose. Eles são como papel comum, por isso necessitam de paredes regularizadas e lisas, pois, segundo Priscila, não disfarçam imperfeições. Em relação a preço eles são mais em conta, porém são mais frágeis e não toleram contato com água e umidade.

Os vinílicos são fabricados em PVC e com superfície de vinil. Eles são a nova geração, aceitam melhor a umidade e são muito práticos de limpar. Além disso, são resistentes e laváveis com pano úmido e detergente neutro.

Também existe a opção dos emborrachados, que podem ter relevos com efeito 3D, eles também possuem durabilidade maior e facilidade na limpeza.

Finalizando, há a alternativa de adesivos e faixas, estes não cobrem a parede inteira. Eles dão um toque todo especial. Em lojas especializadas podem ser personalizados com fotos, estampas, logomarcas entre tantas outras possibilidades. Aceitam ser aplicados em vidros, portas, eletrodomésticos e armários.

Além de todas essas opções, os papéis de parede também podem ser combinados com tecidos e fibras naturas, como seda e palha.

Passada a variedade de tipos, entra-se na imensidão de cores e estampas que precisam participar do contexto de todo o ambiente. Gosto de ver o papel de parede como ponto de destaque. Escolha o local que terá maior visibilidade e faça a composição complementar com a cor das outras paredes, da cortina, do tapete, dos móveis, etc. deixando que ele tenha o foco principal. Estampas florais são mais românticas e femininas, os geométricos são mais modernos. Quando listrados, em ambientes pequenos, aplicados na horizontal, dão a impressão de ampliar as paredes. Os temáticos são mais recomendados para quartos infantis.

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No que consiste projeto arquitetônico

Entre ambientes finalizados e espaços de lazer, poucos param para pensar a quantidade de passos que foram dados para chegar neste ponto final. Nisto tudo consiste um projeto arquitetônico, uma vez que o profissional é responsável por pensar em cada detalhe até o momento de entrega do local.

Sendo assim, o arquiteto deve priorizar um projeto de qualidade, aplicando os conceitos necessários, somados aos sonhos e realidades do cliente.

O primeiro passo é compreender aquilo que o contratador deseja para aquele ambiente, e a partir disso se aprofundar na execução. Lidamos com uma matéria prima muito delicada que é o sonho das pessoas. Por isso, entender o que o dono almeja para aquele local é ponto chave para estar imerso no mesmo objetivo e dar início sem fugir totalmente daquilo que ele almeja.

Para essa compreensão ocorrer de forma eficaz o escritório realiza uma entrevista com os contratantes, nela não é abordado apenas o desejo a respeito do projeto, mas também o que a pessoa gosta de fazer, quanto tempo passa em casa, individualidades da rotina e hobbies, assim, gerando uma visão mais ampla para chegar ao objetivo mais adequado e atender as expectativas.

A partir deste momento, começa-se a estudar o local e a viabilidade dele. Ou seja, analisa-se os possíveis empecilhos e como é possível adaptar o que o cliente deseja ao ambiente. Essa análise envolve legislações da prefeitura, aprovações do condomínio, entre outras leis. Desta forma, a planta inicial é apresentada.

Passada a aprovação começa-se o projeto executivo, onde todos os materiais são especificados com plantas de layout- que envolve móveis e eletrodomésticos, além do projeto de arquitetura onde tem a identificação de materiais como pisos, revestimentos, cores e metais.

Visto isso, desmembra-se a planta de pisos, forro e por último a de iluminação. Após confeccionadas todas as plantas começa o detalhamento dos ambientes. Imagine um apartamento padrão. Nele teremos a sala, cozinha, banheiros, dormitórios e terraço. Em todos eles terão a vista das paredes unidas a marcenaria, revestimento e iluminação, além das medidas e quantitativo de materiais para compras e execuções em obra.

A última etapa é a maquete eletrônica, uma vez que já foi tudo definido e a computação pode ser executada. Nela o cliente tem a possibilidade de um tour virtual e analisar como seu ambiente ficará pronto, antes mesmo de iniciar a execução.

Depois do início da obra existem dois passos que podem ser seguidos: contrato de prestação de serviço para projeto ou acompanhamento de obra. Na segunda opção o arquiteto pode visitar o andamento da obra e também na compra dos materiais.

Vale ressaltar que do começo ao final terão diversas alterações, mas é preciso frisar que o auxílio do profissional de arquitetura colabora no melhor resultado e mais duradouro para o ambiente e dono do local.

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Dicas importantes para escolher tinta e cor da sua obra

 

Toda obra possui diversas fases, porém uma das que mais ressalta o olhar do dono é a que envolve o acabamento, e nisto está inclusa a escolha das tintas e cores. Para ter um bom resultado é preciso ficar atento a algumas fases.

A escolha da tinta está relacionada ao material e ambiente em que ela será aplicada, seja ele interno ou externo.

Para paredes de alvenaria e tetos regularizados com massa corrida ou gesso utiliza-se a tinta acrílica com acabamento fosco, sem brilho ou acetinado. Já em superfícies de madeira e metal o ideal é esmalte, tinta óleo ou spray, que possuem diversas cores. Madeira ainda pode manter o seu aspecto natural se receber tratamento com verniz. Ademais, para revestimentos, azulejos e pastilhas a tinta epóxi a base de água ou de solvente é indicada. Em fachadas, as texturas são muito utilizadas.

Depois da escolha da tinta começa-se a das cores. Elas têm grande protagonismo nas sensações que um ambiente pode transmitir. Em composição com outros elementos como mobiliário e acabamentos, pisos, decoração e iluminação, é possível criar atmosferas estimulantes, calmantes ou de neutralidade.

Cores quentes como vermelho, amarelo e laranja inspiram energia. Azul, roxo e verde, tem efeitos mais suaves. Tons terrosos trazem aconchego e conforto. Preto é introspectivo e ao mesmo tempo luxuoso. Branco, é radiante e expansivo, pense nestes efeitos quando for escolher a cor dos ambientes, além é claro, de conectar cada item do decor para determinar o resultado mais arrojado ou equilibrado.

No momento de escolher a cor é comum ser atraído pelas tendências de estação ou passarelas, porém, segundo Priscila, é necessário ter cautela. De acordo com a psicologia das cores, cada pantone exerce uma influência sobre as sensações e podem dar uma noção de espaço muito diferente. Independente da cor, recomendamos que tons escuros sejam evitados em ambientes pequenos, dando lugar a cores claras, pois o efeito é de maior amplitude. Aposte nos neutros como branco, cinza e bege quando quiser dar destaque a detalhes decorativos como um tapete, almofadas ou até mesmo nos móveis. Estes permitem ser trocados com maior facilidade do que trocar a cor da parede.

Vale ressaltar que as cores no catálogo e depois de pintadas ficam diferentes. Isso ocorre porque os planos horizontal e vertical, a distância à mão e de alguns metros e a iluminação dão à visão uma outra impressão.

Há outros passos a serem seguidos tão mais importantes quanto a escolha da tinta:

Prepare a superfície conforme recomendações do fabricante. Escolha as melhores ferramentas e as mais adequadas para sua pintura, como rolos e de lã ou espuma e cerdas de pincéis variados. Faça a diluição também conforme recomendado na embalagem. Respeite o intervalo entre as demãos do produto. Considere o rendimento indicado na embalagem, cada tipo de tinta e cada fabricante apresentam resultados diferentes. Verifique a área que você irá cobrir, a proporção de diluição do produto, o retoque de demãos e o preço da tinta, nem sempre o mais barato é mais vantajoso. Estude com calma e pesquise bastante.

Sempre consulte um profissional que poderá indicar o produto mais adequado e tirar todas suas dúvidas. Seguir estas etapas com certeza colabora para uma decisão mais segura e assertiva.

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Diferença entre perspectiva artística e projeto 3D

Modelos de desenho englobam profundidade e maior percepção do projeto

 

O constante desafio e objetivo do arquiteto é proporcionar um projeto de qualidade para o cliente, onde seus sonhos sejam personificados naquele local. Para isso, atualmente existem dois tipos de desenhos: a perspectiva artística e o 3D.

 Os desenhos mostrados aos clientes nada mais são que uma maneira de representar ideias.

 Apesar dos dois atuais modelos o foco é trabalhar a profundidade do projeto, para que o cliente tenha uma percepção maior do que será entregue.

Quando fala-se da perspectiva artística o objetivo é entender que o desenho irá contemplar toda a composição visual, desde altura, largura e profundidade. Este tipo de obra não é utilizado apenas na arquitetura, mas também em diversas profissões, como arte, engenharia, computação, entre outras.

 Na arquitetura, o desenho com perspectiva compõe diversos cálculos matemáticos e precisos, dando estabilidade na ideia que será mostrada. Este tipo de desenho permite que mostremos mais a fundo o que será o projeto para o cliente. Ele dá a ideia e contempla o espaço que temos, não se torna algo utópico, mas com precisão.

 Já o 3D tornou-se uma tecnologia que engloba as primícias da perspectiva, porém, com um acréscimo de dimensão. Ele é realizado por programas computadorizados e dá uma visualidade ampla do projeto para o cliente.

 Apesar da tecnologia utilizada, é importante sempre alertar o cliente o consumidor que o 3D pode passar a ideia de um ambiente mais amplo do que muitas vezes será realmente projetado.

 Vale ressaltar que a perspectiva engloba a prática artística, relacionada ao tempo e dedicação na pintura e elaboração do projeto. Já o 3D envolve uma questão eletrônica que produz a casa como um todo. Quando se faz a maquete eletrônica há a possibilidade de um tour na casa toda. A perspectiva artística é quando o cliente determina um ambiente específico, onde de forma restrita há um destaque para o cômodo.

 Apesar das diferenças, um tipo não anula o outro, é necessário que o profissional responsável pelo projeto saiba dar vida a ideia e projetar o que é adequado para o espaço e, assim, alcançar as necessidades do dono. Tendo o conhecimento necessário, independente do meio do desenho que será mostrado, o arquiteto irá indicar as melhores soluções baseadas na realidade projetista, incluindo estética e segurança.

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Orientação sobre a escolha de engenheiro, arquiteto ou designer

Contratar um especialista é sinônimo de economia, porém se faz necessário saber qual é o ideal para o projeto

De forma unanime, o desejo de todos é que sua obra saia como o planejado em seus sonhos, seja ela da casa própria, um local empresarial ou ambiente de lazer. Porém, para alcançar os objetivos e até mesmo coloca-los no papel, é preciso a escolha do profissional adequado.

Existe uma confusão de significados quanto ao serviço do engenheiro, arquiteto e designer de interiores. Sendo assim, todos desejam bons resultados, mas muitas vezes esquecem que estes só acontecem quando delegamos as funções dos nossos sonhos serem concretizados para quem pode colocar em prática.

Quando se pensa na produção de uma obra, tratando de materiais escolhidos, solo, fatores de impacto em relação a eles, vento, entre outras características materialistas, o profissional que irá averiguar isto é o engenheiro.

Já para o desenho, paisagismo, urbanismo e demais características estruturais e decorativas, o profissional adequado é o arquiteto. Ele pode estar envolvido desde a planta até questões do ambiente interno. A contratação de um arquiteto é sinônimo de otimização do dinheiro do cliente, já que iremos cuidar dos detalhes pré e pós construção do local, aplicando de forma objetiva, onde é necessário e trará o resultado sonhado.

A arquitetura transcende a obra e analisa questões como luminosidade, conforto, estética e otimização de espaço, podendo incluir questões históricas no ambiente, arte e características do morador.

Já o designer de interiores trabalha com o pós projeto, após toda a construção, ele pode colaborar para a harmonização do ambiente, influenciando na decoração, dispersão dos móveis, cores e objetos decorativos.

É fundamental saber o principal objetivo em relação a obra, se deseja uma construção do zero, uma reforma ou um ambiente mais harmonizado, desta forma, saberá qual profissional pode colaborar melhor para o desenvolvimento do local.

Vale ressaltar que para a engenharia e arquitetura o profissional necessita de diploma para atuação. O designer de interiores pode atuar sem a necessidade do mesmo.

É fundamental buscar saber a trajetória do profissional que será contratado, isso colabora para identificar com que características ele trabalha e se suas ideias se encaixam no projeto, além da competência em trabalhos anteriores, sempre buscando o melhor para a realização do ambiente.

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Detalhes artesanais compõem quarto romântico

O quarto é local de aconchego e descanso, por isso, usar cores neutras não tem erro. Para um casal de 60 anos, com espírito jovial, os arquitetos Bernardo e Priscila Tressino, apostaram em elementos artesanais, papel de parede e muito charme.

Com 20 m², o quarto teve seu layout modificado pelos arquitetos. Além de mudarem a disposição dos móveis, eles dividiram a parede com drywall, para dar lugar a um closet, que também serviu como painel para a televisão de um lado e espelho do outro. Criando algo funcional e elegante.

Com o ambiente mais versátil, o conceito foi de trazer mais personalidade em cada detalhe. “Levamos a ideia de transformar a cama em algo mais personalizado, por isso, a cabeceira foi feita por um artesão”, explica Bernardo. Os criados-mudos também foram pintados à mão, e ganharam cores para contrastar com o branco do restante do ambiente.

Priscila conta que os moradores queriam algo que trouxesse tranquilidade. Assim, o papel de parede foi desenhado pelo estilista Roberto Cavalli. De forma sutil, o papel de parede com relevo cria um ambiente mais moderno também. Na iluminação, spots foram utilizados para dar destaque a ele, e ainda trazer sensação de aconchego.

Depois do quarto já pronto, os arquitetos contam que a moradora decidiu ter uma pintura na parede como a da sala. “O pintor Fernando Reche sugeriu uma mandala e ela gostou. O resultado fala por si: harmonizou com o restante do ambiente e deu o toque final”, ressalta Priscila.

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Arquitetos unem conforto e contemporaneidade em apartamento

Aconchegar amigos e assistir filmes foi principal objetivo e desafio

Para projetar um ambiente o primeiro passo é saber os principais objetivos dos donos para aquele local. Desta forma, o escritório PB Arquitetura desenvolveu neste apartamento de 75m² o desejo dos moradores, unido a funcionalidade que sonhavam.

O casal de São Bernardo do Campo- ABC Paulista, com cerca de 30 anos, sendo eles advogado e empresária, desejavam que sua casa unisse seus gostos clean e contemporâneos. Além do estilo precisar se adequar a rotina de passarem o tempo que possuem juntos, recebendo amigos e assistindo filmes e séries no sofá.

Era um imóvel novo, com acabamentos básicos nas áreas molhadas (banheiros, cozinha, área de serviço). “Vimos nele uma tela em branco, onde poderíamos imprimir a identidade dos clientes. Encontramos potencial para realizar um bom projeto. Iluminação e ventilação natural ótimas, bem distribuído”, conta a arquiteta Priscila Tressino.

Para atingir os objetivos, todos os revestimentos dos banheiros e cozinha foram trocados, dando uma cara mais moderna com materiais 3D e com brilho. As pedras foram trocadas. Cozinha Granito Preto Absoluto. Balcão Silestone White Storm. Banhos Silestone Azul Estelar e Quartzo Sky White.

A escolha das cores teve como base a metragem reduzida do apartamento. “Optamos por cores claras, em tons de bege a pedido dos clientes. Assim abrimos possibilidade de ousar mais nos detalhes e cores na decoração”, ressalta Priscila.

No terraço foi acrescentado um balcão também de pedra, igual à já existente na pia (Granito Branco Dalas). Em todo apartamento foi feito forro de gesso e projeto luminotécnico. Colocamos porcelanato na área social, trocamos da cozinha, área de serviço, terraço e banheiros. Nos dormitórios foi colocado piso vinilico sistema click. Pintura geral, projeto de marcenaria e ambientação (móveis soltos).

Para a iluminação, foi priorizado o conforto e os principais usos dos clientes: assistir filmes e receber amigos. Além disso, predominou a escolha do led para melhor eficiência e economia de energia.

Vale ressaltar o gosto do marido pelo churrasco e futebol, desta forma, “os quadros da churrasqueira estavam guardados há muito tempo, esperando concretizar o sonho de ter seu cantinho, assim como realizado”, finaliza a arquiteta.

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Orientação sobre a escolha de engenheiro, arquiteto ou designer

Contratar um especialista é sinônimo de economia, porém se faz necessário saber qual é o ideal para o projeto

De forma unanime, o desejo de todos é que sua obra saia como o planejado em seus sonhos, seja ela da casa própria, um local empresarial ou ambiente de lazer. Porém, para alcançar os objetivos e até mesmo coloca-los no papel, é preciso a escolha do profissional adequado.

Existe uma confusão de significados quanto ao serviço do engenheiro, arquiteto e designer de interiores. Sendo assim, todos desejam bons resultados, mas muitas vezes esquecem que estes só acontecem quando delegamos as funções dos nossos sonhos serem concretizados para quem pode colocar em prática.

Quando se pensa na produção de uma obra, tratando de materiais escolhidos, solo, fatores de impacto em relação a eles, vento, entre outras características materialistas, o profissional que irá averiguar isto é o engenheiro.

Já para o desenho, paisagismo, urbanismo e demais características estruturais e decorativas, o profissional adequado é o arquiteto. Ele pode estar envolvido desde a planta até questões do ambiente interno. A contratação de um arquiteto é sinônimo de otimização do dinheiro do cliente, já que iremos cuidar dos detalhes pré e pós construção do local, aplicando de forma objetiva, onde é necessário e trará o resultado sonhado.

A arquitetura transcende a obra e analisa questões como luminosidade, conforto, estética e otimização de espaço, podendo incluir questões históricas no ambiente, arte e características do morador.

Já o designer de interiores trabalha com o pós projeto, após toda a construção, ele pode colaborar para a harmonização do ambiente, influenciando na decoração, dispersão dos móveis, cores e objetos decorativos.

É fundamental saber o principal objetivo em relação a obra, se deseja uma construção do zero, uma reforma ou um ambiente mais harmonizado, desta forma, saberá qual profissional pode colaborar melhor para o desenvolvimento do local.

Vale ressaltar que para a engenharia e arquitetura o profissional necessita de diploma para atuação. O designer de interiores pode atuar sem a necessidade do mesmo.

É fundamental buscar saber a trajetória do profissional que será contratado, isso colabora para identificar com que características ele trabalha e se suas ideias se encaixam no projeto, além da competência em trabalhos anteriores, sempre buscando o melhor para a realização do ambiente.

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Diferença entre perspectiva artística e projeto 3D

Modelos de desenho englobam profundidade e maior percepção do projeto

O constante desafio e objetivo do arquiteto é proporcionar um projeto de qualidade para o cliente, onde seus sonhos sejam personificados naquele local. Para isso, atualmente existem dois tipos de desenhos: a perspectiva artística e o 3D.

 Os desenhos mostrados aos clientes nada mais são que uma maneira de representar ideias.

 Apesar dos dois atuais modelos o foco é trabalhar a profundidade do projeto, para que o cliente tenha uma percepção maior do que será entregue.

Quando fala-se da perspectiva artística o objetivo é entender que o desenho irá contemplar toda a composição visual, desde altura, largura e profundidade. Este tipo de obra não é utilizado apenas na arquitetura, mas também em diversas profissões, como arte, engenharia, computação, entre outras.

 Na arquitetura, o desenho com perspectiva compõe diversos cálculos matemáticos e precisos, dando estabilidade na ideia que será mostrada. Este tipo de desenho permite que mostremos mais a fundo o que será o projeto para o cliente. Ele dá a ideia e contempla o espaço que temos, não se torna algo utópico, mas com precisão.

 Já o 3D tornou-se uma tecnologia que engloba as primícias da perspectiva, porém, com um acréscimo de dimensão. Ele é realizado por programas computadorizados e dá uma visualidade ampla do projeto para o cliente.

 Apesar da tecnologia utilizada, é importante sempre alertar o cliente o consumidor que o 3D pode passar a ideia de um ambiente mais amplo do que muitas vezes será realmente projetado.

 Vale ressaltar que a perspectiva engloba a prática artística, relacionada ao tempo e dedicação na pintura e elaboração do projeto. Já o 3D envolve uma questão eletrônica que produz a casa como um todo. Quando se faz a maquete eletrônica há a possibilidade de um tour na casa toda. A perspectiva artística é quando o cliente determina um ambiente específico, onde de forma restrita há um destaque para o cômodo.

 Apesar das diferenças, um tipo não anula o outro, é necessário que o profissional responsável pelo projeto saiba dar vida a ideia e projetar o que é adequado para o espaço e, assim, alcançar as necessidades do dono. Tendo o conhecimento necessário, independente do meio do desenho que será mostrado, o arquiteto irá indicar as melhores soluções baseadas na realidade projetista, incluindo estética e segurança.

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Quarto de bebê montessoriano foge daquele “rosa de menina”

Casal de arquitetos da PB Arquitetura transforma o quarto da filha em ambiente super lúdico

Inspirados pelo método montessoriano, que tem como objetivo estimular a autonomia e liberdade com segurança da criança, o casal de arquitetos Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura decoraram o quarto da primeira filha. Medindo 3,5m x 3,5m, o quarto possui uma temática infantil, que segundo Priscila, queria fugir ao máximo daquele “rosa de menina”.

Foi assim que o amigo pintor Fernando Reche transformou as paredes do quarto em um mural todo colorido, sem nada reto, explorando desenhos neutros. “Eu queria um quarto, onde a decoração durasse em outras fases dela também”, explica Priscila Tressino.

A cama no chão é um dos principais elementos do método montessoriano, cuja a prioridade é a autoeducação. Neste tipo de ambiente, os elementos devem ser da altura da criança, para que ela possa ter autonomia de forma segura. Assim, o desenvolvimento da criança é estimulado, e ela passa a explorar melhor o seu próprio espaço. Priscila conta que a proposta da cama escolhida foi exatamente essa: dar autonomia para filha ir e sair da cama sozinha. “O formato de casinha é para criar um ar mais lúdico, que as crianças gostam”, ressalta.

A escrivaninha, os bancos, e a caixa lateral, são de uma altura menor para que a brincadeira possa fluir também. “Futuramente vamos colocar objetos como lápis de cor, papel, giz de cera, e ela poderá pegá-los à vontade”, afirma. Além disso, o cabideiro foi colocado embaixo do trocador, para que ela possa escolher sua própria roupa.

Na parede oposta da cama, um zig zag de tinta verde acrílica foi criado para que, de acordo com Priscila, seja usado quando a filha quiser realizar “sua própria arte”. O espelho é outro elemento montessoriano, pois a partir dele surge o reconhecimento.

Na iluminação, Priscila diz que foi colocado um ponto central de LED para deixar o ambiente bem iluminado, e que preferiu não utilizar nem uma iluminação pontual. Ao invés de escolher um abajur para iluminar quando estivesse amamentando, a arquiteta conta que optou por uma iluminação de fita com mini LEDs, com bolinhas coloridas. “Aquela luz de natal”, explica.

Com uma iluminação de função mais baixa, ela aconselha que é importante ser de LED, pois se a criança quiser brincar com as bolinhas não há risco de se queimar, como uma lâmpada incandescente, por exemplo.

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Salas integradas são realçadas pela cor cinza

Mesmo que o cinza seja uma cor neutra, as salas integradas, de 60 m² desse apartamento, ganharam destaque. A moradora brincava com os arquitetos Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura, que não queria nada muito colorido, mas também nada marrom e bege.

A solução foi investir no cinza, conta Priscila. “Eu gosto desse contraste que o cinza cria entre parede, teto e o batente das portas”.

Para serem diferentes do restante da paleta cinza, duas paredes foram marcadas. Uma com deco painel de madeira para fazer o trabalho 3D, juntamente com o espelho, e a outra, com o papel de parede sutil.

A mesa nesse formato foi escolhida devido ao “ar” mais convidativo. Priscila explica que, como é uma mesa de oito lugares, o formato grande dificulta a conversa entre os convidados, mas ao utilizar na forma de elipse ou redonda, o móvel ganha um visual mais aconchegante e agradável. “Nesse projeto, conseguimos utilizar esse formato, pois tínhamos uma metragem maior, porém quando o ambiente é pequeno, fica mais difícil”, aconselha.

Aberto às sugestões, os moradores exigiam um projeto clean e prático. Os arquitetos, então, utilizaram duas poltronas giratórias. Assim, as pessoas conseguem o movimento tanto para a sala de jantar quanto para a sala de estar, e a conversa flui melhor.

Para uma iluminação clean, foram utilizados spots embutidos, uma fita de Led no cortinero entre a sala e o terraço, e um pendente para a mesa de jantar.

Já, o tapete de patchwork com fundo vermelho foi um paradigma quebrado, brinca Priscila. “Os clientes foram resistentes no começo, mas depois adoraram o resultado da combinação do cinza e vermelho do tapete”, ressalta.

Em outra sala a televisão ganhou espaço, porém nessa os moradores preferiram algo mais intimista. Segundo os arquitetos, isso não é tão comum pois geralmente as plantas dos apartamentos são reduzidas.

Salas integradas onde o cinza trouxe aconchego e sofisticação.

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Apartamento moderno tem quarto geek para mãe e filho

Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura equilibraram gostos e tendências

Apaixonados pelo mundo geek, mãe e filho moram em um apartamento de 85 m², em São Caetano do Sul. Para a reforma, o trabalho dos arquitetos Priscila e Bernardo Tressino da PB Arquitetura foi, então, colocar tendências modernas e montar um quarto “nerd” para os moradores.

Ter um cômodo que levasse a cor vermelha era um dos desejos da moradora, mas ela também tinha medo de que o tom fosse pesado demais. Assim, os arquitetos decidiram investir no vermelho para a cozinha, um ambiente não tão visível e que teve o equilíbrio do branco e do preto.

Bernardo explica que os pendentes de lâmpada de filamento de carbono realçaram ainda mais a cozinha moderna, visto que eles podem ser observados da sala também. Já a sala ganhou mais amplitude visual com o coringa “espelho” e um papel de parede neutro com muito brilho.

A bancada também recebeu mais cadeiras. “A ideia é de que a sala conseguisse comportar o maior número de pessoas, pois os moradores adoram receber visitas”, conta Priscila.

Sem se preocupar com a churrasqueira, a ideia da moradora era fazer da varanda gourmet um “cantinho do vinho”, já que a ideia do churrasco sempre ficaria em segundo plano. Para isso, os arquitetos providenciaram um banco de demolição, uma mesa de centro também de demolição, e um piso que mais se parece um tapete.

Outro cantinho especial é o quarto geek. Personagens de desenhos e filmes foram parar nas estantes e nichos desse quarto. A traseira de um Cadllac se transformou em poltronas, a cabine de telefone e a coruja do Harry Potter também fazem parte do cômodo.

Para mais um quarto, a divisória de draywall deu lugar a um closet, mesmo com a pouca metragem do ambiente. Priscila afirma que o papel de parede forte 3D que conseguiu dar destaque, seguindo a linha moderna de todo o apartamento.

O quarto do filho de 11 anos, que se aventura sendo youtuber, precisou de mais espaço para gravações de dicas de vídeo game. A solução encontrada pelos arquitetos foi de elevar a cama, a escrivaninha ficou logo abaixo. E ainda o menino consegue mostrar um visual legal para a câmara, o desenho de um lobo no armário.

Um apartamento que transparece os gostos dos moradores sem deixar de lado as tendências atuais.